sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Não Mais A Arca De Noé



Torre forte é o nome do Senhor; para ela corre o justo, e está seguro. (Provérbios. 18:10)




Um pequeno menino, sentado no colo de seu avô, ouvia a história bíblica da Arca de Noé.

De repente ele pergunta: - Você estava na Arca de Noé, vovô?"

O avô riu e respondeu: - Não, eu não estava".

Houve uma pausa e a criança olhou com um sorriso para ele e perguntou: - Então, por que não morreu afogado?"

A nossa história engraçada nos leva a refletir sobre nossa situação atual.

Por ocasião do dilúvio, apenas os que estavam abrigados na arca de Noé conseguiram se salvar.

Hoje o pecado, novamente, tem se espalhado por todo o mundo e os homens estão cada vez mais distantes de Deus e de Sua santidade.

Mas não temos mais a arca.

O amor do Senhor pela humanidade O levou a enviar Seu Filho, Jesus Cristo, para nos abrigar dos enganos do mundo e de suas armadilhas.

O Seu sacrifício na cruz nos resgatou.

Seu sangue nos lavou de todos os pecados.

Sua atitude no Calvário nos trouxe de volta à presença do Criador.

Em Jesus somos novas criaturas, transformadas, salvas, herdeiras das mansões celestiais.

Não temos mais a arca de Noé, mas temos o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.

Por que não morremos afogados no mar da incredulidade?
Porque o Senhor é a rocha em quem confiamos.

Por que não morremos afogados no mar das mentiras?

Porque Cristo tem nos guiado por toda a verdade e nela o nosso coração se regozija.

Por que não morremos afogados no mar da injustiça?
Porque o Senhor é a torre forte na qual o justo se acolhe e está seguro.
Se nos sentimos desalentados por tudo o que está acontecendo no mundo ao nosso redor, o Senhor Jesus é a torre forte de nossa salvação.

Corramos o mais rápido que pudermos para que estejamos abrigados e salvos para sempre.


Virando As Costas Para Cristo



Esta admoestação te dirijo, filho Timóteo, que segundo as profecias que houve acerca de ti, por elas pelejes a boa peleja, conservando a fé, e uma boa consciência,

a qual alguns havendo rejeitado, naufragando no tocante à fé.

(1 Timóteo. 1: 18-19)


**Amnon teve um amigo**.

Esse foi seu epitáfio.

Foi o epitáfio verdadeiro de uma vida arruinada.

Esta pequena sentença conta a história de um homem que desapontou as esperanças de
alguém que o amava e orava por ele.

Fala de um homem amargurado que seguia para o trabalho com o semblante triste
e o coração abatido, maldizendo o dia, virando as costas para aquele que desejava o melhor para sua vida.

Cristo é o Amigo verdadeiro.Ele está sempre ao nosso lado e com Ele podemos contar tanto nas horas alegres como nos
momentos de grande tribulação. Ele nos ouve com atenção, nos orienta nas horas de incertezas e caminha conosco para não nos deixar tropeçar e cair.
Com Cristo no coração, nossos dias são mais brilhantes, mesmo que se apresente chuvoso.

O caminho por onde passamos é mais perfumado, mesmo que não seja ladeado por jardins.

Temos a certeza de um final feliz, mesmo que não seja possível ainda vislumbrá-lo.

A verdadeira felicidade consiste em caminhar na presença do Senhor. Quando enveredamos por sendas tortuosas, rejeitando o amor experimentado em Cristo, esquecendo que um dia O honramos como nosso Salvador e Rei, possivelmente a amargura tomará conta de nossos dias. Uma vida sem fé e esperanças ocupará o lugar antes preenchido pelas grandes bênçãos de Deus e, ao morrermos, se não tivermos nos arrependido, em nosso túmulo poderá ser colocado o epitáfio:

Tinha um grande Amigo -- e lhe virou as costas”.


Neide Costa

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Deus está no controle....






Ele te cobrirá com as suas penas,
e debaixo das suas asas estarás seguro.
Salmos. 91:4


O sonho de toda a vida de um espanhol era visitar sua irmã, suas cinco sobrinhas e o que ele chamava de, país da irmã.
Finalmente a viagem foi preparada.
Mas a sua esposa tinha medo de viajar de avião e continuava relutando e tentando
fazer o marido desistir.
Por fim, depois de muita insistência, ele conseguiu convencê-la dizendo:
-- Pensemos apenas em quantas cartas aéreas nós escrevemos nos últimos quarenta anos.
Nós não perdemos uma sequer.
É necessário estarmos firmes e confiantes em cada decisão a tomar em nossas vidas.
Não podemos sair pelas ruas, vagando sem direção certa, esperando que a sorte nos ajude a chegar a um lugar que nos traga regozijo e felicidade.
É preciso muito mais do que sorte para alcançar a vida abundante neste mundo e a eternidade no porvir.
Esta viagem não se faz de avião e, portanto, o argumento das cartas aéreas não pode ser aplicado.
Não precisamos tomar nenhuma condução.
Basta convidarmos o Piloto para tomar lugar em nosso coração.
Ele nos conduzirá em segurança e não existe nenhum risco de acidente.
Assentados na presença do Senhor viajamos de primeira classe.
O serviço de bordo inclui uma boa porção de esperança e fé e a distribuição abundante de amor.
Todos trazem um sorriso contagiante no rosto e são acariciados em cada momento da viagem.
Em Cristo estamos seguros e podemos confiar que chegaremos ao porto desejado.
Com Ele jamais erramos o caminho e mesmo que as tempestades da vida nos façam enfrentar alguma turbulência,
podemos descansar tranqüilos porque, com certeza, chegaremos lá!
Você tem algum tipo de receio em sua viagem em direção à eternidade?
O nome do Piloto de seu coração é Jesus Cristo?

Testemunhar – Um Ato De Amor




"e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará"
João. 8:32

Testemunhar da fé não é, necessariamente, um ato que possa ofender ou desagradar a outra pessoa.
Pat Riddle, um pastor luterano da Carolina do Norte, conta um fato interessante, acontecido com ele e sua esposa durante a lua de mel em Savannah, Geórgia.
Em uma das noites, decidiram comer em um restaurante chinês que ficava próximo ao local onde estavam hospedados.
Não era um local luxuoso.
Parecia até bem modesto, mas resolveram experimentar sua comida.
Verificaram, no local, que a comida era maravilhosa.
Quando terminaram o jantar, dirigiram-se à caixa, para pagar a refeição.
A senhora responsável, de alguma forma percebeu que eram recém-casados e perguntou-lhes se aceitariam um presente.
Eles responderam que sim e ela abaixou-se por trás da caixa registradora e pegou uma pequena casa de porcelana chinesa.
Ao lhes entregar o presente, ela disse: - Sempre conservem Cristo em sua casa e no casamento.
- Esta casa lembrará a vocês de mantê-lo em suas vidas.
- Este é meu presente para vocês.
Eles ficaram muito agradecidos por aquele testemunho cristão, demonstrado com um gesto de grande carinho e amor.
A atenção daquela moça do restaurante chinês foi fundamental para o fortalecimento de suas vidas e para que viessem, um dia, a trabalhar na obra do Senhor.
Temos nós procurado mostrar a presença do Senhor em nossas vidas?
Temos deixado a luz de Cristo brilhar por onde passamos?
Temos aproveitado todas as oportunidades para compartilhar a bênção de ter Jesus no coração?
Muitas vezes vemos irmãos falando do Senhor de uma maneira desagradável e inconveniente.
Acusam os que não tem Cristo de estarem indo para o inferno ou servindo ao diabo, ou
coisas semelhantes.
Deus é amor e os discípulos do Senhor precisam mostrar esse amor.
O Evangelho deve levar alegria, paz, regozijo, e jamais rancor ou desconforto.
Não temos o direito de ofender ou acusar quem quer que seja.
Temos de mostrar a vida maravilhosa daqueles que, de verdade, têm Cristo em suas vidas e foram resgatados de um mundo de dúvidas e incertezas para um caminho de fé e esperança, de vida e vida com abundância, da perdição para a eternidade com Deus.
O que importa para todos é conhecerem a Verdade que liberta.
Tudo o mais é dispensável.

O VASO DO OLEIRO




Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer. Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: 6 Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel."
Jeremias 18:4

O oleiro que é um artista, pois com suas mãos vai dando forma ao barro.
É lindo, pois de um pouco de barro ele faz um objeto preciso e belo.
Muitas vezes, o vaso que o oleiro está moldando não dá certo, então ele pára, retoma tudo e recomeça o seu trabalho, tirando do barro todas as impurezas.
Assim é Deus conosco, é como o oleiro que 'molda o nosso barro', tirando todas as 'areias e pedrinhas', que são nossas imperfeições.
O Senhor faz isso no concreto, no prático da nossa vida.
Muitas vezes, não entendemos o que Deus faz na nossa vida, usando, muitas vezes, de situações de dor e sofrimento para nos 'moldar', mas isso é necessário para nos purificar.
Em tudo o que vivemos, Deus está purificando o nosso 'barro', mas é preciso que sejamos firmes e enfrentemos todas as situações com amor, perseverança e oração.
Isso vai durar a nossa vida inteira, só no fim é que poderemos dizer: 'Está pronto o vaso'.
Deixe Deus purificar a sua vida.
O vaso não pode ir para o forno com impurezas, porque senão ele não agüenta a alta temperatura e racha.
Permita que o Senhor amasse o seu 'barro' e tire as impurezas, deixe-o usar nas situações difíceis, dos problemas e das doenças para purificar você, para que, no último dia, quando chegar a hora de tirar o "vaso do forno', ou seja, a hora de se apresentar ao Senhor, você não esteja 'rachado', como acontece com os objetos de barro com impurezas.
Há, porém, um detalhe final enquanto estamos vivendo aqui neste tabernáculo de barro; Na olaria de Deus não existe lixo porque sua misericórdia é infinita.
Os vasos rachados, quebrados e reprovados Ele junta os cacos e faz um vaso novo!

CARTA DE JESUS A VOCÊ


Áh, como eu te amo!
Dei minha vida por você.
Em nome desse amor,fui
humilhado, espancado e
crucifícado.
Nas horas de alegria, ao teu
lado tenho caminhado, e contigo
regozijado.
E nas horas de sofrimento e dor;
É no colo, que o tenho carregado.
Mesmo assim, sei que duvidas
de mim.
Não te faço cobranças, nem te peço
grandes sacrifícios.
Peço apenas que me ame; E que as
vezes se lembre de mim.
Mas vejo, que neste mundo atribulado,
andas muito ocupado, sem tempo para
pensar, em quem viveu e morreu por ti amar.
Saibas, que não me zango contigo.
E tuas faltas eu perdôo.
Porque és meu filho amado, meu filho querido!
E se pra te salvar...
Eu necessitasse ser novamente crucificado,
Eu me entregaria sem pensar.
E não exitaria em padecer, ser coroado de
espinhos, e na cruz, novamente morrer.
Tudo isto meu filho...
Porque te amo demais!!!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Salvação pelas obras – uma doutrina criminosa



“Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei,
segue-se que Cristo morreu debalde”. Gálatas 2:21

Gálatas – 2 – 11 : 21

salvacao

A idéia da salvação pela obras é uma doutrina persistente. Não importa o quanto se é refutada; ela continua a insistir no mesmo ponto. Tem mais vidas do que o gato. O Apóstolo Paulo lançou ataque após ataque contra ela, mas nunca pôde expulsá-la da mente dos homens. Para ele, era outro evangelho. Apesar de todas as armas usadas contra esta doutrina, ainda continua a ser popular.

A salvação pelas obras é uma doutrina plausível. Ao pensador superficial, parece mais razoável. De fato, o oposto parece perigoso. É um princípio para muitos de que o homem bom vai para o céu e o ruim, para o inferno.

A salvação pelas obras é natural à humanidade caída. É a própria essência de todas as religiões falsas. É a doutrina de cada religião não cristã, tanto quanto de muitos que usam o nome de Cristo. Vá onde for, a religião natural do homem caído é a salvação por méritos próprios. C. H. Spurgeon disse bem: “Todo homem nasce herege neste ponto”. Crê-se nisto até que Deus lhe abra os olhos à verdade. Também C. H. Spurgeon disse: “A auto-salvação, ou pelo valor pessoal, ou pelo arrependimento, ou por resolução própria, é a esperança inerente da natureza humana, e é muito difícil de ser extirpada”.

A salvação pelas obras é o resultado da ignorância. Os homens são ignorantes da lei de Deus e de si mesmos. De outro modo não acreditariam em tal doutrina. Romanos 10:1-4: “Irmãos, o bom desejo do meu coração e a oração a Deus por Israel é para a sua salvação. Porque lhe dou testemunho de que tem zelo de Deus, mas não com entendimento. Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus. Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê”.

A salvação pelas obras é uma doutrina criminosa. Paulo acusa o homem que a defende de dois crimes. Ela aniquila a graça de Deus e faz com que Cristo tenha morrido em vão.

1. Ela aniquila a graça de Deus. A palavra “aniquilar” significa tornar vazia ou inútil. É claro que se um homem é salvo pelas obras ele não precisa da graça de Deus. A graça é para quem quebra a lei e não para quem a cumpre. É coisa supérflua se puder provar o mérito. Quem puder ir a um tribunal com um caso, sem dúvida a seu favor, sabendo que é inocente, não vai pedir misericórdia, mas justiça. “Quero justiça”, ele diz. “Quero meus direitos”, ele exige. Só quando se sente culpado é que implora por misericórdia. Nenhum advogado que acredita na inocência de seu cliente e pode prová-la, pede-lhe que fique à mercê da corte. Justiça é tudo o que um inocente precisa; é o pecador que precisa de misericórdia. O homem que crê na salvação pelas obras nega a necessidade de graça e misericórdia.

Há alguns que, mesmo sem negar a necessidade da graça, tornam-na secundária. Há só um grau mais baixo do mesmo crime. De acordo com esta teoria, o homem faz o melhor que pode e a graça de Deus faz o resto. Isto mistura a graça e as obras na salvação, exatamente aquilo que a Bíblia diz que não pode ser feito. Romanos 11:6: “Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra”. É preciso ter a salvação por inteiro, ou por merecê-la ou tendo como base o que Cristo fez por você. Baseado em quê, você a espera? Se não a merece, então deve recebê-la baseado na graça.

2. O segundo grande crime que fala contra o homem que defende a salvação pelas obras é que ela faz com que Cristo tenha morrido em vão. É muito claro. Se a salvação é o resultado do bem que faço, então a morte de Cristo não era necessária. Seu sofrimento foi inútil. Isto me deixa furioso. Fico indignado ao ouvir alguém dizer que é salvo pelas obras boas que faz.

A doutrina da salvação pelas obras é um pecado contra todos os filhos caídos de Adão. Se os homens não podem ser salvos a não ser pelas boas obras, que esperança há para o pecador? O portão da misericórdia se fecha à toda raça humana. Nega-se toda esperança de boas vindas ao pródigo que volta. O mesmo acontece em relação a todas as perspectivas do paraíso ao ladrão moribundo.

É pecado contra os santos. A única esperança deles é o sangue de Cristo. Os santos, na verdade, se esforçam para viver de modo santo, mas a esperança que têm do céu não se baseia no sucesso de fazê-lo; porque têm um alicerce melhor, que é a obediência de Cristo. “Porque, pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos”. Romanos 5:19.

É um pecado contra os santos no céu. A doutrina da salvação pelas obras silenciaria as aleluias no céu. Lá eles estão cantando: “Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados”. Apocalipse 1:5. Esta doutrina criticaria este canto e o transformaria numa canjiquinha tal como: “Não preciso dEle; não preciso dEle; sem pecar, vivi; e assim morri”.

Mas em vez disso o crente em Cristo diz: “O que Cristo fez, e só isso, é o meu apelo aprazível de fé; não tem nada a ver com o eu, nem justiça nenhuma em mim. Tuas obras, não as minhas, Ó Cristo, alegram este coração. Dizem-me que está consumado, e aos meus medos dizem: vão”.